DIAS 05 E 06 DE MARÇO EM UBÁ: DOE SANGUE, DOE VIDA!

Para doar sangue é necessário:
Ter e estar com boa saúde;
Não ter tido hepatite após os 10 anos de idade;
Ter entre 18 a 65 anos;
Pesar mais de 50 kg;
Dormir bem na noite anterior;
Não ter comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis;
Não ter sido submetido a exame de endoscopia ou broncoscopia, nem feito tatuagem nos últimos doze meses;
Se for doar pela manhã, alimente-se antes. Após o almoço, dê um intervalo de 3 horas.
É OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO, NO ATO DA DOAÇÃO, DE DOCUMENTO ORIGINAL DE IDENTIDADE COM FOTO, EMITIDO POR ÓRGÃO OFICIAL.
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Manga Ubá

Manga Ubá

Fruta carnuda e saborosa
Em meio à grande variedades de mangas existentes, uma delas é conhecida como Manga Ubá. Da família das Anacardiaceae, a espécie Mangifera indica L. cresce em abundância dentro da cidade e nos arredores, presente nos quintais das casas e na margem das rodovias. A Manga Ubá é dos mais antigos e espontâneos ícones da cidade. O saboroso fruto identifica Ubá como também a cidade identifica a manga. E não há ubaense que não se orgulhe disso.
Certamente não é bela como a Manga Rosa ou Tommy, tem um aspecto escurecido quando muito madura, mas é das mais doces e saborosas. Além de ser muito apreciada in natura, a manga é utilizada como ingrediente em muitas receitas de doces caseiros e industrializados.
Em 13 de dezembro de 2003, por meio do decreto número 4.258, o fruto foi oficialmente declarado "Patrimônio Natural de Ubá" e a "Mangada de Manga Ubá", registrada como "Patrimônio Imaterial do Município".

Ubaenses Ilustres - Raul Soares de Moura

Raul Soares de Moura (Ubá, 7 de agosto de 1877Belo Horizonte, 4 de agosto de 1924) foi um político, jurista e professor brasileiro.
[editar] Vida
Filho do agricultor e coronel da Guarda Nacional Camilo Soares de Moura e de Amélia Peixoto Soares de Moura, casou-se, em primeiras núpcias, com Alice Reis Soares de Moura e depois com Araci Emília Von Sperling Soares de Moura.
Raul Soares fez o ensino secundário no Seminário de Mariana e também nos ginásios de Barbacena e de Ouro Preto. Cursou até o terceiro ano da Faculdade de Letras e Direito de Minas Gerais, transferindo-se para a Faculdade de Direito de São Paulo, na qual se formou em Ciências Jurídicas e Sociais em 1900.
Após retornar a Minas Gerais, foi nomeado Promotor de Justiça de Santa Luzia de Carangola, atual cidade de Carangola, onde também exerceu as atividades de delegado de polícia interino.
Em 1903 foi admitido no Ginásio Estadual de Campinas, onde foi professor de língua portuguesa. Nessa mesma época, foi colunista do jornal O Comércio de São Paulo, dirigido por Afonso Arinos.
Regressou a Minas Gerais para assumir a direção da política da região de Visconde do Rio Branco após a morte do irmão em 1910.
[editar] Atuação política
Elegeu-se vereador de Visconde do Rio Branco em 1910, sendo presidente da Câmara Municipal. Foi eleito deputado estadual em 1911, mas renunciou ao cargo em 1914 para assumir a Secretaria da Agricultura, Indústria, Terras, Viação e Obras Públicas do governo estadual de Delfim Moreira até 1917. Raul Soares elegeu-se deputado federal para o mandato de 1918 a 1920, mas teve de renunciar logo no início para assumir outra pasta administrativa, a Secretaria de Interior do governo estadual de Artur Bernardes.
Em 1919 foi ministro da Marinha no governo Epitácio Pessoa, sendo a primeira vez que o cargo foi desempenhado por um civil. Em 1921, exonerando-se do ministério, elegeu-se por Minas Gerais para o Senado Federal. Articulou a candidatura de Artur Bernardes para a Presidência da República, apresentando-se como candidato à sucessão de Bernardes para o governo de Minas Gerais. Foi eleito presidente estadual pelo Partido Republicano Mineiro (PRM) para o período de 1922 a 1926, mas não cumpriu todo o mandato. Por motivos de saúde (problemas cardíacos), faleceu em agosto de 1924, assumindo o governo seu vice Olegário Dias Maciel.

Ubaenses Ilustres - Levindo Ozanam Coelho

Levindo Ozanam Coelho (Ubá, 17 de maio de 1914 - Ubá, 30 de março de 1984). Foi governador de Minas Gerais de 5 de julho de 1978 até 15 de março de 1979, completando mandato de Aureliano Chaves que foi candidato e eleito vice-presidente do Brasil.
Bacharelou-se em direito pela Faculdade de Direito da então Universidade de Minas Gerais, hoje UFMG, em 1936. Foi advogado na sua terra natal e promotor em Bom Sucesso. Foi diretor do jornal "Folha do Povo", periódico fundado por seu pai. Eleito Constituinte estadual em 1947 pelo, nesta época prestou apoio ao governo Milton Campos, eleito suplente de deputado para a legislatura seguinte tomou posse em 1953, foi reeleito em 1955.
De 1956 a 1958 exerceu a liderança do PSD na Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Elegeu-se deputado federal de 1959 a 1975, em 1974 foi eleito pelo Colégio Eleitoral vice-governador do Estado de Minas Gerais na chapa de Antônio Aureliano Chaves de Mendonça. Em 1979 foi nomeado Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, cargo que recusou. Foi novamente eleito deputado federal para a legislatura de 1983 a 1987, que não chegou a completar.
Era filho do senador Levindo Eduardo Coelho e de Antonina Gonçalves Coelho, e o quinto dos quatorze filhos do casal. Era casado com Cybele Pinto Coelho e teve os seguintes filhos: Isaura Maria Coelho Santos, Cybelle de Lourdes Coelho, Levindo Eduardo Coelho Neto, Saulo Levindo Coelho (deputado estadual) e Marília Pinto Coelho.

Ubaenses Ilustres - Eugênio Maciel German

Eugênio Maciel German (Ubá, 24 de outubro de 1930Belo Horizonte, 1 de abril de 2001) foi um enxadrista brasileiro.
Por causa de atividades profissionais como engenheiro eletricista atuou em poucos torneios, mas sempre com brilhantismo. Participou de cinco Campeonatos Brasileiros, dos quais venceu dois. No Torneio Zonal Sul-Americano de São Paulo, em 1960, único que disputou, classificou-se para o Interzonal de Estocolmo (1962), ganho por Bobby Fischer.
Representou o Brasil em três Olimpíadas, tendo obtido a distinção (ate então inédita para um brasileiro) de Mestre Internacional de Xadrez, por seu excelente desempenho no primeiro tabuleiro em Helsinki, em 1952.

Ubaenses Ilustres - Antonio Olinto

Antonio Olinto Marques da Rocha (Ubá, 10 de maio de 1919Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2009) foi um escritor brasileiro.
Sua obra abrange poesia, romance, ensaio, crítica literária, análise política, literatura infantil e dicionários.

Formação
Estudou Filosofia e Teologia nos seminários católicos de Campos, Belo Horizonte e São Paulo. Desistiu de ser padre.
Foi professor durante dez anos de Latim, Português, História da Literatura, Francês, Inglês e História da Civilização, em colégios do Rio de Janeiro. É, desde 1998, Professor Visitante do Curso de Letras da UniverCidade - Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro. Em 2004, o Reitor Paulo Alonso inaugurou, no campus Méier,a Biblioteca Antonio Olinto, com a presença do imortal que, em seu discurso, demonstrou o contentamento em estar podendo participar de uma inauguração dessa importância. "Geralmente, as homenagens são prestadas in memoriam. O meu amigo Paulo Alonso está me fazendo a grande gentileza de me fazer mais feliz em poder estar aqui com ele e com tantos alunos e professores, neste dia e neste momento de extrema felicidade. É para mim uma enorme honra poder batizar essa bem equipada biblioteca com o meu próprio nome." O acadêmico Antonio OLinto merece todos os nossos aplausos e todas as nossas homenagens, por ser um dos mais notáveis escritores brasileiros vivos e um dos mais importantes intelectuais, em consequência do Brasil. Traduzido em mais de 35 idiomas, Olinto contribui, dessa forma, para divulgar nossa cultura, nossa literatura e nossa gente em todos os cantos do mundo. Daí, a UniverCidade, neste dia 10 de maio, dia em que comemora mais um aniversário, ter decidido prestar-lhe essa singela e mais do que merecida homenagem", acrescentou o Reitor Paulo Alonso.
[editar] Grandes paixões
Suas grandes paixões são a música africana e a cultura africana.
Quando na África, descobriu a cultura negra no Brasil e a presença brasileira na África. Na Bahia, foi escolhido, juntamente com Jorge Amado, para ser Obá de Xangô, no candomblé do Ilê Axé Opô Afonjá.
[editar] Academia Brasileira de Letras
É o quinto ocupante da cadeira 8 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é o poeta Cláudio Manuel da Costa. Foi eleito em 31 de julho de 1997, na sucessão de Antônio Calado e recebido em 12 de setembro de 1997 pelo acadêmico Geraldo França de Lima.
[editar] Obra
Presença - poesia, Editora Pongetti, 1949.
Resumo - poesia, Liv. José Olympio Editora, 1954.
O Homem do Madrigal - poesia, Liv. José Olympio Editora, 1957.
Nagasaki - poema, Liv. José Olympio Editora, 1957.
O Dia da Ira - poema, Liv. José Olympio Editora, 1959.
The Day of Wrath - tradução inglesa de O Dia da Ira, por Richard Chappell, edição Rex Collings, Londres, 1986.
As Teorias - poesia, Edição Sinal, 1967.
Theories and Other Poems - tradução inglesa de As Teorias por Jean McQuillen, edição Rex Collings, 1972.
Antologia Poética - Editora Leitura, 1967.
A Paixão segundo Antonio - poema, Editora Porta de Livraria, 1967.
Teorias, Novas e Antigas - poesia, Editora Porta de Livraria, 1974.
Tempo de Verso - poesia, Editora Porta de Livraria, 1992.
50 Poemas escolhidos pelo autor - poesia, Editora Galo Branco, 2004
Jornalismo e Literatura - ensaio, MEC, 1955.
O Journal de André Gide - ensaio, MEC, 1955.
Dois Ensaios - Livraria São José, 1960.
Brasileiros na África - ensaio sócio-político, Edições GRD, 1964.
O Problema do Índio Brasileiro - ensaio, Embaixada do Brasil em Londres, 1973.
Para Onde Vai o Brasil?, ensaio político, Editora Arca, 1977.
Do Objeto como Sinal de Deus - ensaio sobre arte africana, RIEX, 1983.
On the Objects as a Sign from God - tradução inglesa de Ira Lee, RIEX, 1983.
O Brasil Exporta - história da exportação brasileira, Banco do Brasil, 1984.
Brazil Exports - tradução inglesa, Banco do Brasil, 1984.
Literatura Brasileira, Editora Lisa, 1994.
Letteratura Brasiliana - (história da literatura brasileira), tradução italiana de Adelina Aletti, Jaca Book, 1993.
Scurt² Istorie a Literaturii Braziliene (1500-1994), tradução romena de Micaela Ghitescu, Editora ALLFA, 1997.
Antonio Olinto apresenta Confúcio e o Caminho do Meio - Rio de Janeiro, Editora Bhum - Ao Livro Técnico- 2001.
African Art Collection, tradução inglesa de Ira Lee, Printing and Binding, Londres, 1982.
A Invenção da Verdade - crítica de poesia, Editorial Nórdica, 1983
A Verdade da Ficção - crítica literária, COBRAG, 1966
Cadernos de Crítica - crítica literária, Liv. José Olympio Editora, 1958
Ainá no Reino do Baobá - literatura infantil, LISA, 1979
A Casa da Água - romance, Edições Bloch, 1969, Círculo do Livro, 1975, Círculo do Livro, 1988, Difel, 1983, Nórdica, 1988, 5ª edição, Nova Fronteira, 1999 A Casa da Água
The Water House - tradução inglesa de Dorothy Heapy, Edição Rex Collings, 1970, tradução inglesa de Dorothy Heapy, Thomas Nelson and Sons Ltd, Walton-on-Thames, 1982, tradução americana Carrol & Graff, 1985
La Maison d'Eau - tradução francesa de Alice Raillard, Edição Stock, 1973
La Casa del Água - tradução argentina de Santiago Kovadlof, Editorial Losada, 1972.
Bophata Kyka,(Macedônio), Macedônia Makepohcka Khnra (km), Skopje, 1992.
Dom Nad Woda - tradução polonesa de Elizabeth Reis, edição Wydawnictwo Literackie, 1983. (Dom Nad Woda, edição Braille polonês, Polska Braille, 1985)
Casa dell'Acqua - tradução italiana de Sonia Rodrigues, Edição Jaca Book, 1987.
O Cinema de Ubá - romance, Liv. José Olympio Editora, 1972.
Copacabana - romance, LISA, 1975, Coleção Lisa Biblioteca da Literatura Brasileira (nº 5), LISA, 1975, Editora Nórdica, 1981, tradução romena de Micaela Ghitescu, Univers, 1993.
O Rei de Keto - romance, Editorial Nórdica, 1980, Le Roi de Ketu, tradução francesa de Geneviève Leibrich, Edição Stock, 1983, Il Re di Keto, tradução italiana de Sonia Rodrigues, Edição Jaca Book, 1984, The King of Ketu - tradução inglesa Richard Chappell, edição Rex Collings, Londres, 1987, Kungen av Ketu - tradução sueca de Marianne Eyre, Edição Norstedts, Estocolmo, 1988.
Os Móveis da Bailarina - novela, Edição Nórdica, 1985, The Dancer's Furniture - tradução inglesa de C. Benson, Editorial Nórdica, 1994, I Mobili della Ballerina - tradução italiana de Bruno Pistocchi, L`Umana Avventura, 1986, Les Meubles de la Danseuse, tradução francesa, L`Aventure Humaine, 1986, Die Möbel der Tänzerin, tradução alemã, Humanis, 1987, Mobilele Dansatoarei - tradução romena de Micaela Ghitescu, Edição Nórdica, 1994.
Trono de Vidro - romance, Editorial Nórdica, 1987, Trono di Vetro - tradução italiana de Adelina Aletti, Jaca Book, 1993, The Glass Throne - tradução inglesa de Richard Chappell, Sel Press, 1995.
Tempo de Palhaço - romance, Editorial Nórdica, 1989, Timpul Paiatelor - tradução romena de Micaela Ghitescu, Editura Univers, Bucaresti, 1994.
Sangue na Floresta - romance, Editorial Nórdica, 1993.
Alcacer-Kibir - romance histórico, Editora CEJUP, 1997.
A dor de cada um - primeiro romance da Coleção Anjos de Branco, Mondrian, 2001.
Ary Barroso, história de uma paixão - romance, Mondrian, 2003.
O Menino e o Trem - contos, Editora Ao Livro Técnico, 2000.
Regras práticas para bem escrever / Laudelino Freire (1873-1937) - ampliada e atualizada por Antonio Olinto, Lótus do Saber Editora[1], 2000.
Autobiografia de um Iogue [2] / Paramahansa Yogananda (1893-1952) - traduzido por Antonio Olinto em 2000, Lótus do Saber Editora, 2007,2008,2009.
Minidicionário Poliglota - dicionário, Editora Lerlisa.
Minidicionário Antonio Olinto: inglês-português, português-inglês - dicionário, Editora Saraiva, 1999.
Minidicionário Antonio Olinto: espanhol-português, português- espanhol - dicionário, Editora Saraiva, 2000.
Minidicionário Antonio Olinto da língua portuguesa - dicionário, Editora Moderna, 2000

Ubaenses Ilustres - Ascânio Lopez Quatorzevoltas

Ascânio Lopes Quatorzevoltas (Ubá, 11 de maio de 1906 - ?) foi um dos mais importantes poetas do modernismo mineiro.
[editar] Biografia
Filho de Antônio Lopes Quatorzevoltas e Maria Inês Quatorzevoltas, foi levado aos cinco meses para Cataguases, onde foi criado pelos pais adotivos, o tabelião Cornélio Vieira de Freiras e Dulcelina Cruz, vindo a morrer aí em 10 de janeiro de 1929. Era um dos integrantes do grupo Verde (1927-29), revista editada em Cataguases entre 1927/29,que representou uma das mais importantes vertentes do modernismo fora de São Paulo. Cursava o terceiro ano da Faculdade de Direito de Belo Horizonte. Sua poesia, de tom bucólico, evoca a infância, o passado, a vida rural e a mesmice da vida interiorana. Ascanio viveu apena 23 anos mas nos deixou grandes obras comoPoemas Cronológicos (1928). Em 1966 o professor da UFMG Delson Gonçalves Ferreira escreveu Ascânio Lopes – vida e poesia, um singelo estudo sobre a vida e produção poética de Ascânio, trabalho que mereceu uma nova edição - revista, ampliada e enriquecida de novas apreciações críticas – de autoria de Luiz Ruffato, com o título Ascânio Lopes – todos os possíveis caminhos, resgatando a verdadeira dimensão de um poeta precoce, considerado por muitos críticos como uma promessa do modernismo, tão cedo desaparecido sendo vítima da terrivel doença tuberculose,Ascânio partiu nos deixando verdadeiros tesouros poéticos e uma incrível história de coragem e garra lutando pelo modernismo.

Ubaenses Ilustres - Nelson Ned

Nelson Ned d'Ávila Pinto (Ubá, estado de Minas Gerais, 2 de março de 1947) é um cantor brasileiro.
Nos anos 60 começou a se apresentar e gravar discos, inclusive nos países da América Latina, onde é extremamente popular. Com repertório voltado para a música romântica, seus shows atraem multidões em estádios e teatros. Como compositor, já teve músicas gravadas por Moacyr Franco, Antônio Marcos, Agnaldo Timóteo e outros.
Ganhou Discos de Ouro no Brasil e já se apresentou algumas vezes no Carnegie Hall, em Nova York. A partir de 1993 passou a cantar músicas evangélicas, após ter-se convertido. Lançou em 1996 a biografia "O Pequeno Gigante da Canção", uma referência à sua condição de anão.
Internacionalmente, foi o primeiro artista da América Latina a vender um milhão de discos nos Estados Unidos com o sucesso "Happy Birthday My Darling" (Feliz aniversário meu amor) em 1974.
O maior sucesso de sua carreira é a música Tudo Passará, de 1969.

Discografia Gospel
[editar] Em Português
Nelson Ned - O Poder Da Fe Vol. 1 (1976)
Nelson Ned - O Poder Da Fe Vol. 2 (1990)
Nelson Ned - Jesus Esta Vivo (1993)
Nelson Ned - Jesus Te Ama (1994)
Nelson Ned - Glorias A Jesus (1995)
Nelson Ned - Jesus Esta Voltando (1997)
Nelson Ned - Jesus É Vida (2002)
Nelson Ned - Jesus Ressuscitou (2004)
[editar] Em Espanhol
Nelson Ned - Jesús Está Vivo
Nelson Ned - Jesus Te Ama (1994)
Nelson Ned - Jesucristo Es Vida (2002)
Nelson Ned - Mi Testimonio
[editar] Em Recopilados
Nelson Ned - Dose Dupla
Nelson Ned - Compoe E Canta Para Jesus (2001)
Nelson Ned - Louvor E Adoracao
Nelson Ned - 2 Em 1
Nelson Ned - Selecao De Ouro (2003)
Nelson Ned - Warner 30 Anos
Nelson Ned - Nova Serie (2007)
[editar] Em Vídeos
Nelson Ned - Alabando al Rey (em espanhol)
Nelson Ned - Alabando Al Rey - Nelson y Otros (em espanhol)
Nelson Ned - Un Hombre Nuevo - A New Man (em espanhol)
Nelson Ned - Desde Brasil - Nelson Ned En Dallas (em espanhol)
[editar] Em DVDs
Nelson Ned - Un Hombre Nuevo - New Man (em espanhol)
[editar] Em Livros
Nelson Ned - O Melhor De Nelson Ned (cancionero gospel em português)
Nelson Ned - O Pequeno Gigante Da Cancao (biografia em português) (1996)
Nelson Ned - El Pequeño Gigante De La Cancion (biografia en espanhol) (1998)

Ilustres Ubaenses - Mauro Mendonça

Mauro Pereira de Mendonça (Ubá, 2 de abril de 1931) é um ator brasileiro da Rede Globo. É casado com a atriz Rosamaria Murtinho, com quem teve três filhos, Mauro Mendonça Filho, Rodrigo Mendonça e João Paulo Mendonça.
Em 1985, Mauro estrelou um comercial de prevenção ao câncer de mama e ao câncer de colo de útero.
Atualmente brilhou na pele de Gonçalo Fontini fazendo uma participação especial na telenovela das oito da Rede Globo: A Favorita.
[editar] Trabalhos na televisão
2009 - Paraíso - Antero
2008 - A Favorita - Gonçalo Fontini
2007 - Toma Lá Dá Cá - Coronel Pavão (participação especial)
2006 - O Profeta - Francisco
2005 - Bang Bang - Paul Bullock
2004 - Cabocla - Coronel Justino
2004 - Um Só Coração - Coronel Bento (minissérie)
2003 - Malhação - Osvaldo, pai de Carla (participação especial)
2003 - Kubanacan - Sandoval (participação especial)
2002 - O Quinto dos Infernos - Arcebispo Melo (minissérie)
2000 - Brava Gente - (série)
2000 - A Muralha - Dom Braz Olinto (minissérie)
1998 - Meu Bem Querer - Pastor Bilac
1997 - Anjo Mau - Ruy Novaes
1996 - Anjo de Mim - Coronel José Balbino
1996 - A Vida Como Ela É - (série - participação especial)
1995 - Cara e Coroa - Kleber
1995 - O Fim do Mundo - advogado de defesa (participação especial)
1995 - Você Decide - (participação especial)
1995 - A Próxima Vítima - Otávio Bueno (participação especial)
1995 - Engraçadinha... Seus Amores e Seus Pecados - Governador Benedito Valadares (minissérie)
1994 - Incidente em Antares - Germiniano Ramos (minissérie)
1993 - Sonho Meu - Carlos
1993 - O Mapa da Mina - Rodolfo Torres de Almeida
1992 - Despedida de Solteiro - Cirineu
1992 - Tereza Batista (minissérie)
1990 - Meu Bem, Meu Mal
1990 - Lua Cheia de Amor - Maurício
1990 - A, E, I, O... Urca - Ministro Damasceno (minissérie)
1990 - Mico Preto - Honório
1989 - República - Benjamin Constant (minissérie)
1988 - Vida Nova - Coronel Antenor
1987 - Mandala - Adroaldo (participação especial na primeira fase)
1986 - Sinhá Moça - Fontes
1986 - Angel Malo
1985 - A Gata Comeu - Horácio
1983 - Champagne - Jurandir
1983 - Louco Amor - Cônsul André Dumont
1983 - Moinhos de Vento - Fausto (minissérie)
1982 - Elas por Elas - Átila Lopes Pereira
1981 - Jogo da Vida - Álvaro
1981 - Brilhante - Fernando
1980 - As Três Marias - Conrado
1980 - Água Viva - Evaldo
1979 - Feijão Maravilha - Mr.Ziegfeld
1978 - Dancin' Days - Arthur
1978 - Ciranda, Cirandinha (série - participação especial)
1978 - Te Contei? - Rogério
1976 - Estúpido Cupido - Dr.Siqueira (Tom Mix)
1973 - Carinhoso - Vicente (Rede Globo)
1972 - Na Idade do Lobo - Eduardo (TV Tupi)
1972 - O Príncipe e o Mendigo - John Canty (Rede Record)
1971 - Quarenta Anos Depois - Xavier (Rede Record)
1971 - Editora Mayo, Bom Dia - Mateus (Rede Record)
1969 - Sangue do Meu Sangue - Conde Giorgio de La Fontana (TV Excelsior)
1968 - A Muralha - Dom Braz Olinto (TV Excelsior)
1967 - Os Fantoches (TV Excelsior)
1964 - Uma Sombra em Minha Vida - Reinaldo (TV Excelsior)
1964 - Ambição - Ulisses (TV Excelsior)
1963 - Corações em Conflito - Rodolfo (TV Excelsior)
[editar] Cinema
2004 - Redentor
2003 - Didi, o Cupido Trapalhão
2003 - Benjamim
1991 - A Grande Arte
1989 - Kuarup
1988 - Natal da Portela
1983 - Doce Delírio
1982 - Amor Estranho Amor
1978 - Nos Embalos de Ipanema
1976 - Dona Flor e Seus Dois Maridos
1973 - Maria… Sempre Maria
1973 - O Descarte
1964 - Seara Vermelha
1960 - Dona Violante Miranda
1957 - Uma Certa Lucrécia
1955 - Rio, 40 Graus
1954 - O Petróleo é Nosso
1954 - Carnaval em Caxias

Ubaenses Ilustres - Ari barroso

Biografia
Filho do deputado estadual e promotor público João Evangelista Barroso e Angelina de Resende. Aos oito anos, órfão de pai e mãe, Ary foi adotado pela avó materna, Gabriela Augusta de Resende.
Realizou estudos curriculares na Escola Pública Guido Solero, Externato Mineiro do prof. Cícero Galindo, Ginásios: São José, Rio Branco, de Viçosa, de Leopoldina e de Cataguases.
Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".
Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.
Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política. Quando calouro, foram colegas de Faculdade mais chegados: Luís Galotti (jurista, dirigente esportivo e posteriormente ministro do STF), João Lira Filho (jurista e professor), Gastão Soares de Moura Filho (dirigente esportivo), João Martins de Oliveira, Nonato Cruz, Odilon de Azevedo (ator), Taques Horta, Anésio Frota Aguiar (jurista, político e escritor).
Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra orquestras.
Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.
Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.
Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.
A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo (proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.
No centenário do compositor Ary Barroso (2003), a Rede STV SESC SENAC foi a única a produzir um documentário especial de 60 minutos sobre a vida deste brasileiro único, intitulado "O Brasil Brasileiro de Ary Barroso", com depoimentos de Sérgio Cabral (Biógrafo), Dalila Luciano, Carminha Mascarenhas, Carmélia Alves, Roberto Luna, e a filha de Ary Barroso, Mariúza . A direção foi de Dimas Oliveira Junior e produção de WeDo Comunicação.
Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Ubá na Wikipédia

Ubá na Wikipédia, a enciclopédia livre.

Visão Geral
Ubá é o centro econômico da microrregião. No passado, um grande produtor e distribuidor de fumo, folhas que ornamentam a bandeira do município. Hoje, concentra grandes indústrias, especialmente de móveis e confecções, além de um comércio abundante e variado.
A cidade também é o centro cultural e de formação técnica e superior da população local e dos arredores. Grandes universidades e faculdades particulares estão instaladas em Ubá.

Visão Geral
Ubá é o centro econômico da microrregião. No passado, um grande produtor e distribuidor de fumo, folhas que ornamentam a bandeira do município. Hoje, concentra grandes indústrias, especialmente de móveis e confecções, além de um comércio abundante e variado.
A cidade também é o centro cultural e de formação técnica e superior da população local e dos arredores. Grandes universidades e faculdades particulares estão instaladas em Ubá.

Etmologia
Não há consenso sobre a origem do nome da cidade. Na língua Tupi-Guarani, Ubá significa "canoa de uma só peça escavada em tronco de árvore".
Entretanto, acredita-se que o nome da cidade é proveniente de uma gramínea de folha estreita, longilínea e flexível (Gynerium sagittatum), comumente chamada de Ubá. Essa gramínea, hoje em extinção, existia em abundância em toda extensão das margens da ribeira que corta a cidade e era utilizada na confecção de cestos, gaiolas e outros objetos similares.


História
[editar] A Colonização da Bacia do Rio Pomba
É paradoxal, mas não se tem notícias da existência de tribos indígenas vivendo nesta região decorridos 100 anos do descobrimento do Brasil. Histórias mais vivas, todavia, levam-nos a acreditar que, no final do século XVII, Capuchinhos Franceses ocupavam nove missões indígenas nos distritos dos índios Coroados, Coropós e Puris, dispostas desde a Serra do Geraldo até o Porto dos Diamantes. Os Capuchinhos, porém, foram expulsos do Brasil em 1617.
Versões diversas dizem que os jesuítas, a partir daquela data, tomaram para si tais missões e prosseguiram, com métodos mais brandos e suaves, à catequização dos Silvícolas. É quase forçoso apreender tal variante ou mesmo seguir a narrativa "sinuosa" de que os Tamoios, imensa e poderosa família indígena, predominante em parte do Litoral Brasileiro, perseguindo sistematicamente outras tribos nativas, fizeram-nas debandar a esta parte.
As várias tentativas dos portugueses na colonização dos Coroados, Coropós, Puris e Botocudos, habitantes das matas da região, terminavam sempre em sangrentas batalhas entre os verdadeiros donos da terra e os invasores brancos. Nos confrontos, utilizando flechas e machados contra armas de fogo, os índios eram gradativamente massacrados ou tornados prisioneiros para o trabalho escravo, principalmente em se tratando de jovens e mulheres.
As fortes pressões internacionais contra o genocídio convenceram o Rei de Portugal a determinar que o Governador Luís Diogo Lobo da Silva organizasse uma expedição na tentativa da aproximação amistosa com os índios. Dessa tarefa difícil participaria aquele que conhecia as trilhas das matas, os costumes indígenas, e tinha familiaridade com eles: Capitão Francisco Pires de Farinho, que seria um guia especial com função de comando. O desafio maior, porém, caberia a um vigário formado no Seminário de Mariana em 1757, padre Manoel de Jesus Maria, filho de um português com uma escrava índia, sua função seria catequizar os silvícolas.
A expedição de aldeamento chegou às margens do Rio Pomba em 25 de dezembro de 1767 e fixou-se no local onde seria erguida a igreja dedicada ao mártir São Manoel. Entre os anos de 1780 a 1790, padre Manoel chegou ao Rio Ubá, onde viviam os índios Coroados, que usavam uma espécie de gramínea, a cana U-Uva, para fazer suas flechas. Por evolução linguística, U-Uva tornou-se Ubá. Nestas imediações Padre Manoel construiu uma capela que, mais tarde, depois de reconstruída por Antônio Januário Carneiro, recebeu o nome de São Januário, porque era o santo do dia do seu nascimento, acontecido em 19 de setembro de 1879.
[editar] Uma caminhada na história
O povoado surgiu na antiga Rua de Trás, hoje denominada Rua Santa Cruz, em 3 de novembro de 1815; em 7 de setembro de 1841, recebeu a denominação de "Capela de São Januário de Ubá". A Lei Provincial nº 854, de 17 de junho de 1853, tornou-a "Vila de São Januário de Ubá". A Lei nº 806, de 3 de julho de 1857, deu-lhe a categoria de cidade, com a atual denominação: UBÁ.
A Comarca de Ubá foi criada pela Lei Provincial nº 11, de novembro de 1892. Instalada em 23 de março de 1892.
[editar] Capela de São Januário
Antônio Januário Carneiro nasceu em Presidente Bernardes. Seguindo os impulsos de sua época, dedicou-se ao comércio. Comprando e vendendo produtos agrícolas da região, conseguiu estabelecer-se como abastato proprietário rural sendo sua a iniciativa de doar terras para fundar o povoado que seria mais tarde a cidade de Ubá. Em sua Fazenda Boa Vista, hoje Fazenda Boa Esperança, Antônio Januário montou toda a infra-estrutura necessária à construção da capela de São Januário, trazendo operários especializados de Presidente Bernardes e Piranga. Antes da construção da Capela, os operários construíram suas próprias casas próximas ao local onde a igreja seria erguida. Essas casas foram construídas onde hoje está situada a Rua Santa Cruz, antigamente chamada de Rua de Trás, por estar localizada atrás da igreja. Antônio Januário Carneiro morreu antes de terminar a construção da igreja, que foi terminada tempos depois por seu filho - Antônio Januário Carneiro Filho.

Geografia

Ubá entre as montanhas de Minas
Ubá teve seu crescimento dentro de um vale e possui apenas 5% da sua área plana, sendo 55% ondulada e 40% montanhosa. A altitude varia entre 295 metros (Foz Córrego São Pedro) e 875 metros (Serra do Sacramento).
O município possui uma das maiores densidades demográfica da zona da mata e que pode ser facilmente visível nas regiões central, noroeste, leste e sudeste da cidade, onde se concentram os bairros mais populosos. A cidade possui mais de cem bairros em uma área urbana superior a trinta quilômetros quadrados, figurando entre as maiores do estado. A cidade possui três distritos: Diamante de Ubá, Ubari e Miragaia, que pouco contribuem para a sua população total. Cerca de 95% da população se concentra na zona urbana e apenas 5% na zona rural.
A maior parte do município encontra-se inserida na bacia do rio Paraíba do Sul e uma pequena porção na bacia do Rio Doce. A sede municipal dista, por rodovia, 290,88 km da capital Belo Horizonte, 284,31 km da cidade do Rio de Janeiro e 580 km da cidade de São Paulo.
[editar] Clima
O clima tropical de Ubá apresenta chuvas durante o verão e temperaturas médias anuais entre 18,2°C e 31°C. É considerada a cidade mais quente da Zona da Mata Mineira, podendo chegar facilmente aos 40°C entre novembro e fevereiro.

Economia e infra-estrutura
Ubá é o segundo centro industrial da Zona da Mata, atrás de Juiz de Fora. A cidade possui pouco mais de 1000 estabelecimentos industriais de grande, médio e pequeno porte. Boa parte do PIB é representada pelo setor de serviços, mas a indústria desempenha o papel mais importante na economia do município, principalmente na fabricação de móveis e nas indústrias de vestuário e calçados.
A cidade é o maior pólo moveleiro do estado de Minas e o segundo do país, além de se firmar também como pólo regional de confecção. A cidade sedia uma das principais feiras de móveis do país, a FEMUR, e o Arranjo Produtivo Local (APL) do segmento moveleiro é referência nacional em organização e desenvolvimento.
Possui ainda APL's nos setores de confecções, no setor turístico e de fruticultura. Na agropecuária destacam-se a produção de cana-de-açúcar e a criação de galináceos.[6]

A Beira Rio e suas imponentes palmeiras imperiais
A cidade conta com um importante centro comercial e prestador de serviços que não se restringe somente à sua microrregião, o que o faz atuar também nas microrregiões limítrofes de Viçosa e Cataguases. Atualmente se destaca a nível comercial na cidade, as lojas de móveis, de eletro-eletrônicos, de vestuários, de calçados, armarinhos e papelarias.
No setor de serviços a cidade possui uma grande oferta de lanchonetes, bares e restaurantes, havendo ultimamente uma expansão dos serviços hoteleiros. A característica principal do comércio e prestação de serviços local é não se limitar apenas à região central da cidade, mas estar presente por quase toda a sua totalidade urbana.
A cidade apresenta poucos recursos em termos de comunicação em massa. Conta com cinco emissoras de rádio e uma emissora de televisão (VHF). Porém, há um bom número de pequenos jornais editados semanalmente, além de revistas mensais.
O município possui um importante papel na segurança pública na Zona da Mata, pelo fato de sediar o 21º Batalhão da Polícia Militar, intitulado "Guardião da Zona da Mata". O batalhão é responsável pela segurança dos municípios situados nas microrregiões de Ubá e Viçosa. Pela existência do batalhão, a cidade possui companhias da polícia ambiental e rodoviária, além de sediar a 3ª Companhia de Bombeiro Militar do 4° Batalhão de Bombeiro Militar (sede em Juiz de Fora). A cidade conta também com uma Delegacia Regional de Segurança Pública.
Por estar localizada no centro da Zona da Mata Mineira, a cidade era chamada de "cidade dos viajantes", onde estes se reuniam e dela se locomoviam para as outras cidades da região. Em decorrência deste fato, a cidade acabou por concentrar órgãos públicos estaduais e federais, representando assim tanto a sua microrregião, assim como as microrregiões de Viçosa, Cataguases e Muriaé. Dentre vários órgãos públicos sediados na cidade, merece destaque o IEF (Instituto Estadual de Florestas) que mantém a sede regional da zona da mata em Ubá, assim como outros órgãos interligados e de apoio, como o COPAM (Conselho Estadual de Política Ambiental); o SEMAD (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável); e o IGAM (Instituto Mineiro de Gestão das Águas).
As principais rodovias que cortam o município são a BR-265 e a MG-447. A cidade possui um anel viário e conta com um aeroporto que passa por expansão, como meio de implemento aéreo subregional e fortalecimento do pólo moveleiro.
[editar] Pólo moveleiro
O pólo moveleiro de Ubá, juntamente com outras oito cidades vizinhas (Guiricema, Guidoval, Piraúba, Rio Pomba, Rodeiro, São Geraldo, Tocantins e Visconde do Rio Branco), é considerado o principal de Minas Gerais. O pólo formado, em sua maioria, por micro e pequenas indústrias faz do setor a principal atividade econômica da região e o mais importante arrecadador de impostos. Cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos são gerados em aproximadamente 400 empresas que fazem parte do pólo, porém o número de empresas do setor somente na cidade é superior a 500 empresas.
As indústrias moveleiras tiveram seu começo há mais de oito décadas. O Pólo Moveleiro começou com pequenas marcenarias que tiveram a iniciativa de fabricar móveis para suprir as necessidades do lar. Após a Segunda Guerra Mundial, João Rosignoli, instalou sua marcenaria no Lavapés. A primeira fábrica a operar em Ubá foi dos Irmãos Trevizano, progredindo e afamando-se na fabricação de móveis no rebuscado estilo chippendale[7], e a primeira a produzir em série foi de José Francisco Parma que fabricava armários, guarda roupas, sofás e esquadrias.[

A madeira utilizada na fabricação de alguns móveis era extraída dos caixotes que vinham embalando mercadorias para o Armarinho Santo Antônio. Após José Francisco Parma abrir a primeira fábrica, a segunda foi de Edgar e Edwar Cruz que juntaram com Luizinho Parma e criaram a firma Parma e Cruz. O terceiro foi Maurício Singulane. José Francisco Parma incentivou seus amigos e parentes para também fabricarem móveis. Associou-se a Agostinho Sales Amato e Louro Parma, surgindo, desta união, a firma J. Parma e Cia.
Em 1962, Otoci Vilela Eiras comprou no Rio de Janeiro um armário de aço. Ao chegar com o ele em sua residência, ficou perplexo com a utilização do aço em móveis. Desmontou-o e tornou a soldá-lo, surgindo assim a primeira fábrica de móveis de aço de Ubá. Em 1964, Carlos Costa Coelho vendeu-a para Lincoln Rodrigues Costa, que na época fabricava macarrão, passando então a fabricar móveis de aço, surgindo assim a Itatiaia Móveis de Aço S.A.
Em 1967, o jovem João Batista Flores convidou seu amigo Clóvis Serrano de Oliveira e montaram a Indústria de Móveis Apolo. A partir daí as fábricas foram crescendo realizando a grande visão de seu idealizador José Francisco Parma.
] Educação
A cidade acabou se firmando também como um centro universitário, que se encontra em pleno crescimento.
Dentre as instituições superiores que se encontram na cidade, se destaca a UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais) que conta com 3 cursos de graduação, tendo como característica principal o curso de design de produto, implantado para atender à demanda do pólo moveleiro local.
Outra instituição de atuação na cidade é a UNIPAC (Universidade Presidente Antônio Carlos), que possui 3 faculdades: Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais de Ubá, responsável pelo curso de Direito; Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ubá, responsável pelos cursos de Ciências da Computação, Normal Superior e Letras; e a Faculdade Regional de Ubá, responsável por 13 cursos. A instituição conta atualmente com 17 cursos de graduação e 2 cursos técnicos.
A cidade possui também a FAGOC (Faculdade Ubaense Ozanam Coelho) que conta atualmente com 5 cursos de graduação, além de 11 cursos de pós-graduação lato sensu. No total, a cidade possui 25 cursos de graduação, além de vários cursos de especialização e vários cursos técnicos, que se encontram em fase de expansão.
Existem ainda outras faculdades na cidade, voltadas para especialização ou à distância. A cidade deverá ganhar uma faculdade de música nos próximos anos.