Para doar sangue é necessário:Ter e estar com boa saúde;
Não ter tido hepatite após os 10 anos de idade;
Ter entre 18 a 65 anos;
Pesar mais de 50 kg;
Dormir bem na noite anterior;
Não ter comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis;
Não ter sido submetido a exame de endoscopia ou broncoscopia, nem feito tatuagem nos últimos doze meses;
Se for doar pela manhã, alimente-se antes. Após o almoço, dê um intervalo de 3 horas.
É OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO, NO ATO DA DOAÇÃO, DE DOCUMENTO ORIGINAL DE IDENTIDADE COM FOTO, EMITIDO POR ÓRGÃO OFICIAL.
APOIO
Manga Ubá
Fruta carnuda e saborosa
Em meio à grande variedades de mangas existentes, uma delas é conhecida como Manga Ubá. Da família das Anacardiaceae, a espécie Mangifera indica L. cresce em abundância dentro da cidade e nos arredores, presente nos quintais das casas e na margem das rodovias. A Manga Ubá é dos mais antigos e espontâneos ícones da cidade. O saboroso fruto identifica Ubá como também a cidade identifica a manga. E não há ubaense que não se orgulhe disso.
Certamente não é bela como a Manga Rosa ou Tommy, tem um aspecto escurecido quando muito madura, mas é das mais doces e saborosas. Além de ser muito apreciada in natura, a manga é utilizada como ingrediente em muitas receitas de doces caseiros e industrializados.
Em 13 de dezembro de 2003, por meio do decreto número 4.258, o fruto foi oficialmente declarado "Patrimônio Natural de Ubá" e a "Mangada de Manga Ubá", registrada como "Patrimônio Imaterial do Município".
Fruta carnuda e saborosa
Em meio à grande variedades de mangas existentes, uma delas é conhecida como Manga Ubá. Da família das Anacardiaceae, a espécie Mangifera indica L. cresce em abundância dentro da cidade e nos arredores, presente nos quintais das casas e na margem das rodovias. A Manga Ubá é dos mais antigos e espontâneos ícones da cidade. O saboroso fruto identifica Ubá como também a cidade identifica a manga. E não há ubaense que não se orgulhe disso.
Certamente não é bela como a Manga Rosa ou Tommy, tem um aspecto escurecido quando muito madura, mas é das mais doces e saborosas. Além de ser muito apreciada in natura, a manga é utilizada como ingrediente em muitas receitas de doces caseiros e industrializados.
Em 13 de dezembro de 2003, por meio do decreto número 4.258, o fruto foi oficialmente declarado "Patrimônio Natural de Ubá" e a "Mangada de Manga Ubá", registrada como "Patrimônio Imaterial do Município".
Raul Soares de Moura (Ubá, 7 de agosto de 1877 — Belo Horizonte, 4 de agosto de 1924) foi um político, jurista e professor brasileiro.
[editar] Vida
Filho do agricultor e coronel da Guarda Nacional Camilo Soares de Moura e de Amélia Peixoto Soares de Moura, casou-se, em primeiras núpcias, com Alice Reis Soares de Moura e depois com Araci Emília Von Sperling Soares de Moura.
Raul Soares fez o ensino secundário no Seminário de Mariana e também nos ginásios de Barbacena e de Ouro Preto. Cursou até o terceiro ano da Faculdade de Letras e Direito de Minas Gerais, transferindo-se para a Faculdade de Direito de São Paulo, na qual se formou em Ciências Jurídicas e Sociais em 1900.
Após retornar a Minas Gerais, foi nomeado Promotor de Justiça de Santa Luzia de Carangola, atual cidade de Carangola, onde também exerceu as atividades de delegado de polícia interino.
Em 1903 foi admitido no Ginásio Estadual de Campinas, onde foi professor de língua portuguesa. Nessa mesma época, foi colunista do jornal O Comércio de São Paulo, dirigido por Afonso Arinos.
Regressou a Minas Gerais para assumir a direção da política da região de Visconde do Rio Branco após a morte do irmão em 1910.
[editar] Atuação política
Elegeu-se vereador de Visconde do Rio Branco em 1910, sendo presidente da Câmara Municipal. Foi eleito deputado estadual em 1911, mas renunciou ao cargo em 1914 para assumir a Secretaria da Agricultura, Indústria, Terras, Viação e Obras Públicas do governo estadual de Delfim Moreira até 1917. Raul Soares elegeu-se deputado federal para o mandato de 1918 a 1920, mas teve de renunciar logo no início para assumir outra pasta administrativa, a Secretaria de Interior do governo estadual de Artur Bernardes.
Em 1919 foi ministro da Marinha no governo Epitácio Pessoa, sendo a primeira vez que o cargo foi desempenhado por um civil. Em 1921, exonerando-se do ministério, elegeu-se por Minas Gerais para o Senado Federal. Articulou a candidatura de Artur Bernardes para a Presidência da República, apresentando-se como candidato à sucessão de Bernardes para o governo de Minas Gerais. Foi eleito presidente estadual pelo Partido Republicano Mineiro (PRM) para o período de 1922 a 1926, mas não cumpriu todo o mandato. Por motivos de saúde (problemas cardíacos), faleceu em agosto de 1924, assumindo o governo seu vice Olegário Dias Maciel.
[editar] Vida
Filho do agricultor e coronel da Guarda Nacional Camilo Soares de Moura e de Amélia Peixoto Soares de Moura, casou-se, em primeiras núpcias, com Alice Reis Soares de Moura e depois com Araci Emília Von Sperling Soares de Moura.
Raul Soares fez o ensino secundário no Seminário de Mariana e também nos ginásios de Barbacena e de Ouro Preto. Cursou até o terceiro ano da Faculdade de Letras e Direito de Minas Gerais, transferindo-se para a Faculdade de Direito de São Paulo, na qual se formou em Ciências Jurídicas e Sociais em 1900.
Após retornar a Minas Gerais, foi nomeado Promotor de Justiça de Santa Luzia de Carangola, atual cidade de Carangola, onde também exerceu as atividades de delegado de polícia interino.
Em 1903 foi admitido no Ginásio Estadual de Campinas, onde foi professor de língua portuguesa. Nessa mesma época, foi colunista do jornal O Comércio de São Paulo, dirigido por Afonso Arinos.
Regressou a Minas Gerais para assumir a direção da política da região de Visconde do Rio Branco após a morte do irmão em 1910.
[editar] Atuação política
Elegeu-se vereador de Visconde do Rio Branco em 1910, sendo presidente da Câmara Municipal. Foi eleito deputado estadual em 1911, mas renunciou ao cargo em 1914 para assumir a Secretaria da Agricultura, Indústria, Terras, Viação e Obras Públicas do governo estadual de Delfim Moreira até 1917. Raul Soares elegeu-se deputado federal para o mandato de 1918 a 1920, mas teve de renunciar logo no início para assumir outra pasta administrativa, a Secretaria de Interior do governo estadual de Artur Bernardes.
Em 1919 foi ministro da Marinha no governo Epitácio Pessoa, sendo a primeira vez que o cargo foi desempenhado por um civil. Em 1921, exonerando-se do ministério, elegeu-se por Minas Gerais para o Senado Federal. Articulou a candidatura de Artur Bernardes para a Presidência da República, apresentando-se como candidato à sucessão de Bernardes para o governo de Minas Gerais. Foi eleito presidente estadual pelo Partido Republicano Mineiro (PRM) para o período de 1922 a 1926, mas não cumpriu todo o mandato. Por motivos de saúde (problemas cardíacos), faleceu em agosto de 1924, assumindo o governo seu vice Olegário Dias Maciel.
Levindo Ozanam Coelho (Ubá, 17 de maio de 1914 - Ubá, 30 de março de 1984). Foi governador de Minas Gerais de 5 de julho de 1978 até 15 de março de 1979, completando mandato de Aureliano Chaves que foi candidato e eleito vice-presidente do Brasil.
Bacharelou-se em direito pela Faculdade de Direito da então Universidade de Minas Gerais, hoje UFMG, em 1936. Foi advogado na sua terra natal e promotor em Bom Sucesso. Foi diretor do jornal "Folha do Povo", periódico fundado por seu pai. Eleito Constituinte estadual em 1947 pelo, nesta época prestou apoio ao governo Milton Campos, eleito suplente de deputado para a legislatura seguinte tomou posse em 1953, foi reeleito em 1955.
De 1956 a 1958 exerceu a liderança do PSD na Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Elegeu-se deputado federal de 1959 a 1975, em 1974 foi eleito pelo Colégio Eleitoral vice-governador do Estado de Minas Gerais na chapa de Antônio Aureliano Chaves de Mendonça. Em 1979 foi nomeado Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, cargo que recusou. Foi novamente eleito deputado federal para a legislatura de 1983 a 1987, que não chegou a completar.
Era filho do senador Levindo Eduardo Coelho e de Antonina Gonçalves Coelho, e o quinto dos quatorze filhos do casal. Era casado com Cybele Pinto Coelho e teve os seguintes filhos: Isaura Maria Coelho Santos, Cybelle de Lourdes Coelho, Levindo Eduardo Coelho Neto, Saulo Levindo Coelho (deputado estadual) e Marília Pinto Coelho.
Bacharelou-se em direito pela Faculdade de Direito da então Universidade de Minas Gerais, hoje UFMG, em 1936. Foi advogado na sua terra natal e promotor em Bom Sucesso. Foi diretor do jornal "Folha do Povo", periódico fundado por seu pai. Eleito Constituinte estadual em 1947 pelo, nesta época prestou apoio ao governo Milton Campos, eleito suplente de deputado para a legislatura seguinte tomou posse em 1953, foi reeleito em 1955.
De 1956 a 1958 exerceu a liderança do PSD na Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Elegeu-se deputado federal de 1959 a 1975, em 1974 foi eleito pelo Colégio Eleitoral vice-governador do Estado de Minas Gerais na chapa de Antônio Aureliano Chaves de Mendonça. Em 1979 foi nomeado Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, cargo que recusou. Foi novamente eleito deputado federal para a legislatura de 1983 a 1987, que não chegou a completar.
Era filho do senador Levindo Eduardo Coelho e de Antonina Gonçalves Coelho, e o quinto dos quatorze filhos do casal. Era casado com Cybele Pinto Coelho e teve os seguintes filhos: Isaura Maria Coelho Santos, Cybelle de Lourdes Coelho, Levindo Eduardo Coelho Neto, Saulo Levindo Coelho (deputado estadual) e Marília Pinto Coelho.
Eugênio Maciel German (Ubá, 24 de outubro de 1930 — Belo Horizonte, 1 de abril de 2001) foi um enxadrista brasileiro.
Por causa de atividades profissionais como engenheiro eletricista atuou em poucos torneios, mas sempre com brilhantismo. Participou de cinco Campeonatos Brasileiros, dos quais venceu dois. No Torneio Zonal Sul-Americano de São Paulo, em 1960, único que disputou, classificou-se para o Interzonal de Estocolmo (1962), ganho por Bobby Fischer.
Representou o Brasil em três Olimpíadas, tendo obtido a distinção (ate então inédita para um brasileiro) de Mestre Internacional de Xadrez, por seu excelente desempenho no primeiro tabuleiro em Helsinki, em 1952.
Por causa de atividades profissionais como engenheiro eletricista atuou em poucos torneios, mas sempre com brilhantismo. Participou de cinco Campeonatos Brasileiros, dos quais venceu dois. No Torneio Zonal Sul-Americano de São Paulo, em 1960, único que disputou, classificou-se para o Interzonal de Estocolmo (1962), ganho por Bobby Fischer.
Representou o Brasil em três Olimpíadas, tendo obtido a distinção (ate então inédita para um brasileiro) de Mestre Internacional de Xadrez, por seu excelente desempenho no primeiro tabuleiro em Helsinki, em 1952.
Antonio Olinto Marques da Rocha (Ubá, 10 de maio de 1919 — Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2009) foi um escritor brasileiro.
Sua obra abrange poesia, romance, ensaio, crítica literária, análise política, literatura infantil e dicionários.
Formação
Estudou Filosofia e Teologia nos seminários católicos de Campos, Belo Horizonte e São Paulo. Desistiu de ser padre.
Foi professor durante dez anos de Latim, Português, História da Literatura, Francês, Inglês e História da Civilização, em colégios do Rio de Janeiro. É, desde 1998, Professor Visitante do Curso de Letras da UniverCidade - Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro. Em 2004, o Reitor Paulo Alonso inaugurou, no campus Méier,a Biblioteca Antonio Olinto, com a presença do imortal que, em seu discurso, demonstrou o contentamento em estar podendo participar de uma inauguração dessa importância. "Geralmente, as homenagens são prestadas in memoriam. O meu amigo Paulo Alonso está me fazendo a grande gentileza de me fazer mais feliz em poder estar aqui com ele e com tantos alunos e professores, neste dia e neste momento de extrema felicidade. É para mim uma enorme honra poder batizar essa bem equipada biblioteca com o meu próprio nome." O acadêmico Antonio OLinto merece todos os nossos aplausos e todas as nossas homenagens, por ser um dos mais notáveis escritores brasileiros vivos e um dos mais importantes intelectuais, em consequência do Brasil. Traduzido em mais de 35 idiomas, Olinto contribui, dessa forma, para divulgar nossa cultura, nossa literatura e nossa gente em todos os cantos do mundo. Daí, a UniverCidade, neste dia 10 de maio, dia em que comemora mais um aniversário, ter decidido prestar-lhe essa singela e mais do que merecida homenagem", acrescentou o Reitor Paulo Alonso.
[editar] Grandes paixões
Suas grandes paixões são a música africana e a cultura africana.
Quando na África, descobriu a cultura negra no Brasil e a presença brasileira na África. Na Bahia, foi escolhido, juntamente com Jorge Amado, para ser Obá de Xangô, no candomblé do Ilê Axé Opô Afonjá.
[editar] Academia Brasileira de Letras
É o quinto ocupante da cadeira 8 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é o poeta Cláudio Manuel da Costa. Foi eleito em 31 de julho de 1997, na sucessão de Antônio Calado e recebido em 12 de setembro de 1997 pelo acadêmico Geraldo França de Lima.
[editar] Obra
Presença - poesia, Editora Pongetti, 1949.
Resumo - poesia, Liv. José Olympio Editora, 1954.
O Homem do Madrigal - poesia, Liv. José Olympio Editora, 1957.
Nagasaki - poema, Liv. José Olympio Editora, 1957.
O Dia da Ira - poema, Liv. José Olympio Editora, 1959.
The Day of Wrath - tradução inglesa de O Dia da Ira, por Richard Chappell, edição Rex Collings, Londres, 1986.
As Teorias - poesia, Edição Sinal, 1967.
Theories and Other Poems - tradução inglesa de As Teorias por Jean McQuillen, edição Rex Collings, 1972.
Antologia Poética - Editora Leitura, 1967.
A Paixão segundo Antonio - poema, Editora Porta de Livraria, 1967.
Teorias, Novas e Antigas - poesia, Editora Porta de Livraria, 1974.
Tempo de Verso - poesia, Editora Porta de Livraria, 1992.
50 Poemas escolhidos pelo autor - poesia, Editora Galo Branco, 2004
Jornalismo e Literatura - ensaio, MEC, 1955.
O Journal de André Gide - ensaio, MEC, 1955.
Dois Ensaios - Livraria São José, 1960.
Brasileiros na África - ensaio sócio-político, Edições GRD, 1964.
O Problema do Índio Brasileiro - ensaio, Embaixada do Brasil em Londres, 1973.
Para Onde Vai o Brasil?, ensaio político, Editora Arca, 1977.
Do Objeto como Sinal de Deus - ensaio sobre arte africana, RIEX, 1983.
On the Objects as a Sign from God - tradução inglesa de Ira Lee, RIEX, 1983.
O Brasil Exporta - história da exportação brasileira, Banco do Brasil, 1984.
Brazil Exports - tradução inglesa, Banco do Brasil, 1984.
Literatura Brasileira, Editora Lisa, 1994.
Letteratura Brasiliana - (história da literatura brasileira), tradução italiana de Adelina Aletti, Jaca Book, 1993.
Scurt² Istorie a Literaturii Braziliene (1500-1994), tradução romena de Micaela Ghitescu, Editora ALLFA, 1997.
Antonio Olinto apresenta Confúcio e o Caminho do Meio - Rio de Janeiro, Editora Bhum - Ao Livro Técnico- 2001.
African Art Collection, tradução inglesa de Ira Lee, Printing and Binding, Londres, 1982.
A Invenção da Verdade - crítica de poesia, Editorial Nórdica, 1983
A Verdade da Ficção - crítica literária, COBRAG, 1966
Cadernos de Crítica - crítica literária, Liv. José Olympio Editora, 1958
Ainá no Reino do Baobá - literatura infantil, LISA, 1979
A Casa da Água - romance, Edições Bloch, 1969, Círculo do Livro, 1975, Círculo do Livro, 1988, Difel, 1983, Nórdica, 1988, 5ª edição, Nova Fronteira, 1999 A Casa da Água
The Water House - tradução inglesa de Dorothy Heapy, Edição Rex Collings, 1970, tradução inglesa de Dorothy Heapy, Thomas Nelson and Sons Ltd, Walton-on-Thames, 1982, tradução americana Carrol & Graff, 1985
La Maison d'Eau - tradução francesa de Alice Raillard, Edição Stock, 1973
La Casa del Água - tradução argentina de Santiago Kovadlof, Editorial Losada, 1972.
Bophata Kyka,(Macedônio), Macedônia Makepohcka Khnra (km), Skopje, 1992.
Dom Nad Woda - tradução polonesa de Elizabeth Reis, edição Wydawnictwo Literackie, 1983. (Dom Nad Woda, edição Braille polonês, Polska Braille, 1985)
Casa dell'Acqua - tradução italiana de Sonia Rodrigues, Edição Jaca Book, 1987.
O Cinema de Ubá - romance, Liv. José Olympio Editora, 1972.
Copacabana - romance, LISA, 1975, Coleção Lisa Biblioteca da Literatura Brasileira (nº 5), LISA, 1975, Editora Nórdica, 1981, tradução romena de Micaela Ghitescu, Univers, 1993.
O Rei de Keto - romance, Editorial Nórdica, 1980, Le Roi de Ketu, tradução francesa de Geneviève Leibrich, Edição Stock, 1983, Il Re di Keto, tradução italiana de Sonia Rodrigues, Edição Jaca Book, 1984, The King of Ketu - tradução inglesa Richard Chappell, edição Rex Collings, Londres, 1987, Kungen av Ketu - tradução sueca de Marianne Eyre, Edição Norstedts, Estocolmo, 1988.
Os Móveis da Bailarina - novela, Edição Nórdica, 1985, The Dancer's Furniture - tradução inglesa de C. Benson, Editorial Nórdica, 1994, I Mobili della Ballerina - tradução italiana de Bruno Pistocchi, L`Umana Avventura, 1986, Les Meubles de la Danseuse, tradução francesa, L`Aventure Humaine, 1986, Die Möbel der Tänzerin, tradução alemã, Humanis, 1987, Mobilele Dansatoarei - tradução romena de Micaela Ghitescu, Edição Nórdica, 1994.
Trono de Vidro - romance, Editorial Nórdica, 1987, Trono di Vetro - tradução italiana de Adelina Aletti, Jaca Book, 1993, The Glass Throne - tradução inglesa de Richard Chappell, Sel Press, 1995.
Tempo de Palhaço - romance, Editorial Nórdica, 1989, Timpul Paiatelor - tradução romena de Micaela Ghitescu, Editura Univers, Bucaresti, 1994.
Sangue na Floresta - romance, Editorial Nórdica, 1993.
Alcacer-Kibir - romance histórico, Editora CEJUP, 1997.
A dor de cada um - primeiro romance da Coleção Anjos de Branco, Mondrian, 2001.
Ary Barroso, história de uma paixão - romance, Mondrian, 2003.
O Menino e o Trem - contos, Editora Ao Livro Técnico, 2000.
Regras práticas para bem escrever / Laudelino Freire (1873-1937) - ampliada e atualizada por Antonio Olinto, Lótus do Saber Editora[1], 2000.
Autobiografia de um Iogue [2] / Paramahansa Yogananda (1893-1952) - traduzido por Antonio Olinto em 2000, Lótus do Saber Editora, 2007,2008,2009.
Minidicionário Poliglota - dicionário, Editora Lerlisa.
Minidicionário Antonio Olinto: inglês-português, português-inglês - dicionário, Editora Saraiva, 1999.
Minidicionário Antonio Olinto: espanhol-português, português- espanhol - dicionário, Editora Saraiva, 2000.
Minidicionário Antonio Olinto da língua portuguesa - dicionário, Editora Moderna, 2000
Sua obra abrange poesia, romance, ensaio, crítica literária, análise política, literatura infantil e dicionários.
Formação
Estudou Filosofia e Teologia nos seminários católicos de Campos, Belo Horizonte e São Paulo. Desistiu de ser padre.
Foi professor durante dez anos de Latim, Português, História da Literatura, Francês, Inglês e História da Civilização, em colégios do Rio de Janeiro. É, desde 1998, Professor Visitante do Curso de Letras da UniverCidade - Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro. Em 2004, o Reitor Paulo Alonso inaugurou, no campus Méier,a Biblioteca Antonio Olinto, com a presença do imortal que, em seu discurso, demonstrou o contentamento em estar podendo participar de uma inauguração dessa importância. "Geralmente, as homenagens são prestadas in memoriam. O meu amigo Paulo Alonso está me fazendo a grande gentileza de me fazer mais feliz em poder estar aqui com ele e com tantos alunos e professores, neste dia e neste momento de extrema felicidade. É para mim uma enorme honra poder batizar essa bem equipada biblioteca com o meu próprio nome." O acadêmico Antonio OLinto merece todos os nossos aplausos e todas as nossas homenagens, por ser um dos mais notáveis escritores brasileiros vivos e um dos mais importantes intelectuais, em consequência do Brasil. Traduzido em mais de 35 idiomas, Olinto contribui, dessa forma, para divulgar nossa cultura, nossa literatura e nossa gente em todos os cantos do mundo. Daí, a UniverCidade, neste dia 10 de maio, dia em que comemora mais um aniversário, ter decidido prestar-lhe essa singela e mais do que merecida homenagem", acrescentou o Reitor Paulo Alonso.
[editar] Grandes paixões
Suas grandes paixões são a música africana e a cultura africana.
Quando na África, descobriu a cultura negra no Brasil e a presença brasileira na África. Na Bahia, foi escolhido, juntamente com Jorge Amado, para ser Obá de Xangô, no candomblé do Ilê Axé Opô Afonjá.
[editar] Academia Brasileira de Letras
É o quinto ocupante da cadeira 8 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é o poeta Cláudio Manuel da Costa. Foi eleito em 31 de julho de 1997, na sucessão de Antônio Calado e recebido em 12 de setembro de 1997 pelo acadêmico Geraldo França de Lima.
[editar] Obra
Presença - poesia, Editora Pongetti, 1949.
Resumo - poesia, Liv. José Olympio Editora, 1954.
O Homem do Madrigal - poesia, Liv. José Olympio Editora, 1957.
Nagasaki - poema, Liv. José Olympio Editora, 1957.
O Dia da Ira - poema, Liv. José Olympio Editora, 1959.
The Day of Wrath - tradução inglesa de O Dia da Ira, por Richard Chappell, edição Rex Collings, Londres, 1986.
As Teorias - poesia, Edição Sinal, 1967.
Theories and Other Poems - tradução inglesa de As Teorias por Jean McQuillen, edição Rex Collings, 1972.
Antologia Poética - Editora Leitura, 1967.
A Paixão segundo Antonio - poema, Editora Porta de Livraria, 1967.
Teorias, Novas e Antigas - poesia, Editora Porta de Livraria, 1974.
Tempo de Verso - poesia, Editora Porta de Livraria, 1992.
50 Poemas escolhidos pelo autor - poesia, Editora Galo Branco, 2004
Jornalismo e Literatura - ensaio, MEC, 1955.
O Journal de André Gide - ensaio, MEC, 1955.
Dois Ensaios - Livraria São José, 1960.
Brasileiros na África - ensaio sócio-político, Edições GRD, 1964.
O Problema do Índio Brasileiro - ensaio, Embaixada do Brasil em Londres, 1973.
Para Onde Vai o Brasil?, ensaio político, Editora Arca, 1977.
Do Objeto como Sinal de Deus - ensaio sobre arte africana, RIEX, 1983.
On the Objects as a Sign from God - tradução inglesa de Ira Lee, RIEX, 1983.
O Brasil Exporta - história da exportação brasileira, Banco do Brasil, 1984.
Brazil Exports - tradução inglesa, Banco do Brasil, 1984.
Literatura Brasileira, Editora Lisa, 1994.
Letteratura Brasiliana - (história da literatura brasileira), tradução italiana de Adelina Aletti, Jaca Book, 1993.
Scurt² Istorie a Literaturii Braziliene (1500-1994), tradução romena de Micaela Ghitescu, Editora ALLFA, 1997.
Antonio Olinto apresenta Confúcio e o Caminho do Meio - Rio de Janeiro, Editora Bhum - Ao Livro Técnico- 2001.
African Art Collection, tradução inglesa de Ira Lee, Printing and Binding, Londres, 1982.
A Invenção da Verdade - crítica de poesia, Editorial Nórdica, 1983
A Verdade da Ficção - crítica literária, COBRAG, 1966
Cadernos de Crítica - crítica literária, Liv. José Olympio Editora, 1958
Ainá no Reino do Baobá - literatura infantil, LISA, 1979
A Casa da Água - romance, Edições Bloch, 1969, Círculo do Livro, 1975, Círculo do Livro, 1988, Difel, 1983, Nórdica, 1988, 5ª edição, Nova Fronteira, 1999 A Casa da Água
The Water House - tradução inglesa de Dorothy Heapy, Edição Rex Collings, 1970, tradução inglesa de Dorothy Heapy, Thomas Nelson and Sons Ltd, Walton-on-Thames, 1982, tradução americana Carrol & Graff, 1985
La Maison d'Eau - tradução francesa de Alice Raillard, Edição Stock, 1973
La Casa del Água - tradução argentina de Santiago Kovadlof, Editorial Losada, 1972.
Bophata Kyka,(Macedônio), Macedônia Makepohcka Khnra (km), Skopje, 1992.
Dom Nad Woda - tradução polonesa de Elizabeth Reis, edição Wydawnictwo Literackie, 1983. (Dom Nad Woda, edição Braille polonês, Polska Braille, 1985)
Casa dell'Acqua - tradução italiana de Sonia Rodrigues, Edição Jaca Book, 1987.
O Cinema de Ubá - romance, Liv. José Olympio Editora, 1972.
Copacabana - romance, LISA, 1975, Coleção Lisa Biblioteca da Literatura Brasileira (nº 5), LISA, 1975, Editora Nórdica, 1981, tradução romena de Micaela Ghitescu, Univers, 1993.
O Rei de Keto - romance, Editorial Nórdica, 1980, Le Roi de Ketu, tradução francesa de Geneviève Leibrich, Edição Stock, 1983, Il Re di Keto, tradução italiana de Sonia Rodrigues, Edição Jaca Book, 1984, The King of Ketu - tradução inglesa Richard Chappell, edição Rex Collings, Londres, 1987, Kungen av Ketu - tradução sueca de Marianne Eyre, Edição Norstedts, Estocolmo, 1988.
Os Móveis da Bailarina - novela, Edição Nórdica, 1985, The Dancer's Furniture - tradução inglesa de C. Benson, Editorial Nórdica, 1994, I Mobili della Ballerina - tradução italiana de Bruno Pistocchi, L`Umana Avventura, 1986, Les Meubles de la Danseuse, tradução francesa, L`Aventure Humaine, 1986, Die Möbel der Tänzerin, tradução alemã, Humanis, 1987, Mobilele Dansatoarei - tradução romena de Micaela Ghitescu, Edição Nórdica, 1994.
Trono de Vidro - romance, Editorial Nórdica, 1987, Trono di Vetro - tradução italiana de Adelina Aletti, Jaca Book, 1993, The Glass Throne - tradução inglesa de Richard Chappell, Sel Press, 1995.
Tempo de Palhaço - romance, Editorial Nórdica, 1989, Timpul Paiatelor - tradução romena de Micaela Ghitescu, Editura Univers, Bucaresti, 1994.
Sangue na Floresta - romance, Editorial Nórdica, 1993.
Alcacer-Kibir - romance histórico, Editora CEJUP, 1997.
A dor de cada um - primeiro romance da Coleção Anjos de Branco, Mondrian, 2001.
Ary Barroso, história de uma paixão - romance, Mondrian, 2003.
O Menino e o Trem - contos, Editora Ao Livro Técnico, 2000.
Regras práticas para bem escrever / Laudelino Freire (1873-1937) - ampliada e atualizada por Antonio Olinto, Lótus do Saber Editora[1], 2000.
Autobiografia de um Iogue [2] / Paramahansa Yogananda (1893-1952) - traduzido por Antonio Olinto em 2000, Lótus do Saber Editora, 2007,2008,2009.
Minidicionário Poliglota - dicionário, Editora Lerlisa.
Minidicionário Antonio Olinto: inglês-português, português-inglês - dicionário, Editora Saraiva, 1999.
Minidicionário Antonio Olinto: espanhol-português, português- espanhol - dicionário, Editora Saraiva, 2000.
Minidicionário Antonio Olinto da língua portuguesa - dicionário, Editora Moderna, 2000
